
Cafés e GTCom: a comunicação da Comuá pulsa cada vez mais forte
Saiba como a Rede Comuá está fortalecendo sua comunicação em rede com a criação de um Grupo de Trabalho e o fortalecimento do espaço Café com Pessoas Comunicadoras.

Saiba como a Rede Comuá está fortalecendo sua comunicação em rede com a criação de um Grupo de Trabalho e o fortalecimento do espaço Café com Pessoas Comunicadoras.

A iniciativa Comuá pelo Clima lançou, no último dia 12, o mapeamento “Comuá pelo Clima: financiamento de soluções climáticas locais e cenários da filantropia”, com participação de representantes das organizações que compõem a rede. O estudo inédito aponta que, entre 2022 e 2023, foram doados quase R$400 milhões para soluções climáticas locais.

Iniciando uma conversa, ou melhor, continuando uma velha conversa que começa quando escolhi o curso de Pedagogia. Isto aconteceu em 2006 e durante a graduação o que mais me encantava era a educação popular, que eu chamo de educação humana.

A comunicação é um direito humano fundamental. O movimento por seu reconhecimento como tal se deu ao longo do século XX, na medida em que o fluxo de informações começou a tornar-se cada vez maior. Organizações internacionais como a Unesco, com o chamado Relatório MacBride (também conhecido como Um mundo e muitas vozes) passaram a reconhecer esse direito, que significa garantir que as pessoas devem poder e ter condições de se expressar livremente, produzir e fazer a informação circular.
Na garantia desse direito, entram questões econômicas, sociais e políticas que impõem a desigualdade também nesse lugar, limitando as condições para todas, todes e todos serem produtores e difusores de informação pela concentração dos meios de comunicação e de recursos econômicos.

No fim de julho, a Rede lançou a primeira temporada de seu podcast Comuá – filantropia que transforma.
O podcast busca demonstrar as práticas da filantropia comunitária e de justiça socioambiental, contribuindo para difundi-las e também o seu potencial para apoiar a transformação realizada pelas organizações da sociedade civil que atuam nos territórios.
A primeira temporada aborda o Programa Saberes, que oferece apoio para a sistematização de saberes produzidos por lideranças sociais e especialistas que atuam nos campos da filantropia comunitária e de justiça social.

Por Jonathas Azevedo e Yasmin Morais
No mês de julho, encerramos o primeiro ciclo do Programa Saberes, da Rede Comuá, que busca investigar e produzir conhecimento nos campos da justiça socioambiental e desenvolvimento comunitário, a partir dos saberes, experiências e práticas de lideranças da sociedade civil, profissionais, pesquisadores e profissionais de instituições filantrópicas, contribuindo para decolonizar a produção de conhecimento sobre a filantropia.

Por Mônica Ribeiro
A Iniciativa PIPA lançou, em março deste ano, a pesquisa Periferias e Filantropia – as barreiras de acesso aos recursos no Brasil. Realizado com apoio do Instituto Nu, o trabalho tem por objetivo analisar a descentralização dos recursos privados para viabilizar ações e projetos daqueles que estão na ponta.
O material é parte também do projeto desenvolvido por Marcelle Decothé, cofundadora e conselheira da Iniciativa PIPA, como bolsista do Programa Saberes, da Rede Comuá.
Os dados são representativos de um universo de 607 respostas de gestores e gestores que atuam na linha de frente nas periferias brasileiras para garantir direitos básicos, qualidade de vida e oportunidades nas comunidades.
A pesquisa revela que quase metade das iniciativas pesquisadas, 46%, não obtiveram recursos para realizar suas atividades nos últimos dois anos. E 31% delas trabalhavam com menos de R$ 5 mil ao ano.

Mapping identifies independent organizations working with donations to civil society groups and movements that focus on the fields of social justice and community development in the country
By Mônica C. Ribeiro
Produced by the Comuá Network in association with PonteAponte, the mapping of thematic, community funds and independent community foundations working with donations to civil society organizations, in the fields of social justice and community development, identified 31 of them in different regions, with different priority agendas.

Mapeamento identifica organizações independentes que trabalham com doações para grupos e movimentos da sociedade civil que atuam nas áreas de justiça social e desenvolvimento comunitário no país
Por Mônica C. Ribeiro
Realizado pela Rede Comuá em parceria com a ponteAponte, o mapeamento de fundos temáticos, comunitários e fundações comunitárias independentes que trabalham com doações para organizações da sociedade civil nas áreas de justiça social e desenvolvimento comunitário identificou 31 delas em diferentes regiões e agendas prioritárias.

Por Cléber Rodrigues
Estava no passeio de casa um dia desses e um vizinho descendo a rua me acenou e disse:
— Ei meu bom, bom dia. Vi umas fotos suas no Instagram. Você tava igual patrão hein! Mas não entendi nada do que estava escrito na legenda.
Eu lancei a ele um sorriso, brinquei com o moleque que atento escutava seu pai, e falei.
— Ô meu amigo aquele era o seminário da Rede Filantropia para Justiça Social…
Ele me interrompeu a frase e com cara de interrogação e disse:
— Filamp… O quê?

