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Guajajara indigenous peoples promote environmental and territorial management actions in the State of Maranhão

By Andreza Andrade

Focusing on sensitivity, solidarity and empathy, indigenous Guajajara women from the Caru Indigenous Land, located in the western region of the State of Maranhão, are taking part in environmental and territorial management actions in their ancestral lands. These women make up the Forest Warriors collective (“Guerreiras da Floresta”), which, since 2014, supports and promotes territorial protection actions alongside the Guardians of the Forest, in defense of indigenous cultures and territories.

Encontro na Baixada Maranhense discute Filantropia Comunitária diretamente no território

Evento de três dias reuniu apoiadores, financiadores, voluntários e profissionais da Fundação Baixada para vivenciar e debater a filantropia comunitária junto aos baixadeiros.

Por Camila Guedes

Baixadeiro é o título daqueles que nasceram na Baixada Maranhense, possuem os saberes do território e se articulam para seu desenvolvimento. Nada poderia ser mais potente do que conhecer e entender a comunidade a partir do olhar das pessoas que ali vivem e compartilham suas experiências.

Filantropia colaborativa em busca da sustentabilidade de territórios: reflexões e aprendizados

Por Bianca L Avancini, Larissa Boing, Roberto Vilela, Semíramis Biasoli, Simone Amorim, Willian Narzetti

Dentre as diversas práticas de filantropia existentes no cenário brasileiro, as arquiteturas colaborativas têm se fortalecido como caminho para o desenvolvimento de territórios, a partir de uma perspectiva que assume como horizonte a construção de justiça socioambiental. Forjado a partir da práxis de diversos atores sociais, especialmente organizações e coletivos que compõem a sociedade civil organizada, trata-se de um campo em construção. Por isso mesmo, mostra-se importante aprofundar as reflexões sobre esse modo de praticar e pensar a filantropia, tendo como eixo estruturante a dimensão do território.

Mesa temática no Seminário de 10 anos da Rede reuniu Direitos humanos e meio ambiente

Por Méle Dornelas

Organizada pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), a mesa “Inovação, tecnologias e vulnerabilidades: fortalecer comunidades e a luta por justiça socioambiental” trouxe quatro iniciativas tecnológicas/plataformas que atuam com problemáticas ligadas ao campo socioambiental. Os projetos abordam soluções e caminhos para situações de marginalização, invisibilidade e risco a pessoas em situação de vulnerabilidade. O debate e as reflexões apontaram a sincronia entre os direitos humanos e a proteção ambiental, reafirmando que não há como pensar ações filantrópicas sem que essas duas vertentes dialoguem entre si.

Seminário de 10 anos da Rede trouxe reflexões sobre o poder da filantropia de justiça socioambiental

Por Mônica C. Ribeiro

Um espaço de encontro e acolhimento, de reflexões sobre o poder transformador da filantropia de justiça socioambiental e de novos arranjos possíveis para promover o acesso à direitos socioambientais, humanos e de justiça social

Assim se traduz a realização do Seminário Filantropia, Justiça Social, Sociedade Civil e Democracia, realizado nos dias 20 e 21 de setembro, em São Paulo.

A importância do apoio a quilombolas e indígenas no enfrentamento da pandemia da COVID-19

Por Fernanda Lopes, Allyne Andrade e Silva, Cristina Orpheo e Angelica Basthi

Em 2022, um aporte de R$2,5 milhões está sendo destinado a comunidades quilombolas e povos indígenas em vários estados brasileiros pelos Fundo o Fundo Baobá de Equidade Racial; o Fundo Brasil de Direitos Humanos e o Fundo Casa Socioambiental, reunidos na numa iniciativa inédita no Brasil: a Aliança entre Fundos.

A Aliança entre Fundos é uma iniciativa de filantropia colaborativa para apoiar populações invisibilizadas e mais vulneráveis no contexto da pandemia da COVID-19.

Como a filantropia acontece no chão da comunidade com uma perspectiva de mulheres

Por Diane Pereira Sousa

As mãos do desenvolvimento local são femininas. Começo esse texto com essa afirmação, utilizo como base de fundamentação o Centro de Produção da comunidade de Itamatatiua.

Os convido para uma reflexão sobre como se constrói desenvolvimento em comunidade. Retiraremos nosso olhar sobre a forma como nos relacionamos nos grandes centros, dos carros rápidos, do sinal que abre e fecha, dos brainstorms, da busca por melhorar o futuro, e colocaremos em um lugar diferente, em que nossos corpos, horas, estruturas não costumam estar com frequência. E por estar me refiro a ação concreta de vivenciar. Vamos diretamente para Itamatatiua.

Rede Comuá lança o Programa Saberes para incentivar a produção de conhecimento

A iniciativa oferece bolsas de 50 mil reais para a sistematização de saberes produzidos por lideranças sociais e especialistas que atuam nos campos da filantropia comunitária e de justiça social.

Por Luisa Hernandez e Jonathas Azevedo

A Rede completou, em 2022, dez anos de existência se fortalecendo como sujeito político que incide no ecossistema filantrópico brasileiro para o fortalecimento da sociedade civil e das lutas por direitos. Nessa missão, tornou-se essencial desenvolver iniciativas que ampliem as vozes comunitárias e que reconheçam, nos saberes e experiências das práticas de doação e articulação das bases, os insumos necessários para a criação de narrativas que potencializem a influência da Rede no campo.

Comunicando a filantropia de justiça social: a potência da atuação em rede

Por Camila Guedes

A filantropia de justiça social contribui para gerar transformação ao apoiar organizações da sociedade civil e movimentos sociais em suas lutas e na promoção do acesso a direitos, ponto fundamental para a consolidação da democracia.

Comunicar esses arranjos e traduzir seus potenciais resultados ao público é um desafio que traz à Rede de Filantropia para a Justiça Social (RFJS) uma reflexão permanente, em especial no que diz respeito a duas questões: promover incidência sobre o ecossistema filantrópico para ampliar recursos para essas organizações e movimentos e demonstrar a potência que esses grupos têm para promover a transformação em seus territórios e causas.