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Reflections on rooting collective care in systems change

I ended 2022 with a health scare and I have spent the majority of 2023 so far preoccupied with the notion of collective care and solidarity in movement building. As part of my exploration, I have been reading Rest Is Resistance: A Manifesto by Tricia Hersey where she argues that rest should be a form of radical political resistance and that “To uplift rest from a community care ethic is to interrupt the dominant culture while giving power back to the people where it belongs.” While Hersey’s message is specifically targeted to black communities in the United States and rejects society’s hustle-grind culture, it resonates with me on the need for a cultural mindset shift in the philanthropic and international development fields, and why rest is important in the fight for liberation and larger systems-change.

Você sabe o que são microprojetos?

Você sabe o que são microprojetos? E como se faz para acessá-los? Este vídeo apresenta esta iniciativa do ISPN que visa promover as atividades de grupos indígenas, povos e comunidades tradicionais na manutenção de suas práticas culturais, seu bem-estar, a defesa de seus direitos e a implementação de suas estratégias de gestão e conservação ambiental. Os microjetos são uma pequena linha de financiamento de acesso desburocratizado para fomentar ações individuais ou familiares nas áreas de sistemas agrícolas tradicionais e segurança alimentar; práticas tradicionais de gestão do território e dos recursos naturais; e manifestações culturais.

Rede Comuá se reúne no Rio para traçar estratégias e caminhos futuros

Membros da Comuá se reuniram presencialmente na cidade do Rio de Janeiro, no dia 20 de junho, para debater e construir estratégias de incidência e caminhos futuros. O encontro integra a programação da Comunidade de Práticas Filantropia e Democracia, promovida pela Rede no âmbito do projeto Doar para Transformar.

Podcast Transformando Comunidades

Bolsita do Programa Saberes produz podcast sobre o processo de criação de fundos comunitários

O podcast conta com 9 episódios e você pode ouvir no Spotify.

Produzido por Cléber Rocha, o podcast revela os segredos, desafios enfrentados e as lições aprendidas nessa jornada de aprendizagem transformadora.

Rede Comuá está oficialmente fundada

Assembleia de Constituição reuniu representantes das dezesseis organizações membro

Por Camila Guedes

O primeiro dia do mês de junho de 2023 foi um momento histórico para a Rede Comuá. Reunindo representantes das 16 organizações membro, foi realizada a Assembleia de Constituição. Uma grande conquista, a partir de agora a Rede está oficialmente fundada.

Houve a aprovação, durante a reunião, do Estatuto Social – previamente validado em Assembleia de Sócios realizada em maio de 2022 -, do Conselho de Governança – composto por Valéria Araújo, Superintendente do Fundo Brasil de Direitos Humanos, Giovanni Harvey, Diretor Executivo do Fundo Baobá para Equidade Racial, Roberto Vilela, Diretor Executivo do Tabôa Fortalecimento Comunitário e Larissa Amorim, Diretora Executiva da Casa Fluminense -, e do Conselho Fiscal – composto por Gislene Aniceto, gerente geral do Fundo Brasil de Direitos Humanos, e Hebe da Silva, coordenadora administrativa do Fundo Baobá.

September: Transforming Philanthropy Month

A diverse, multifaceted movement aiming to promote greater visibility to the agendas and practices of community and social justice philanthropy in Brazil
 
By Graciela Hopstein
 
In September 2022, the Comuá Network organized the Philanthropy, Social Justice, Civil Society and Democracy Seminar to celebrate its 10th anniversary. Around it, the Network managed to mobilize 220 participants, who attended the seminar in São Paulo during the two days of debates, 360 people online, 110 organizations, 50 speakers, in addition to 35 institutional supporters and 6 funders who sponsored the event directly.

During those 21 hours of activities, Comuá, its members and partners debated and reflected on a variety of topics, such as decolonizing philanthropy, building trust and creating new arrangements, to reach new horizons that ultimately change the existing power dynamics and foster initiatives to build a less inequitable society (in terms of access to rights) and recognize political minorities.

Setembro: Mês da Filantropia que Transforma

Um movimento diverso e múltiplo que busca dar visibilidade às agendas e práticas da filantropia comunitária e de justiça social no Brasil

Por Graciela Hopstein

No mês de setembro de 2022, a Rede Comuá organizou o Seminário Filantropia, Justiça Social, Sociedade Civil e Democracia em comemoração aos 10 anos da sua atuação. Nesse contexto, a Rede conseguiu mobilizar 220 participantes, que estiveram presentes em São Paulo ao longo dos dois dias de debates, 360 pessoas online, 110 organizações, 50 palestrantes, além de 35 apoiadores institucionais e 6 financiadores que apoiaram diretamente o evento.

Em 21 horas de atividades, a Comuá, seus associados e parceiros conseguiram debater e refletir em torno de uma diversidade de temas como filantropia decolonial, confiança e novos arranjos, mirando em horizontes que se traduzem em mudar as relações de poder e fomentar iniciativas voltadas para a construção de uma sociedade menos desigual (no que diz respeito ao acesso a direitos) e reconhecimento das minorias políticas.

Community Philanthropy as a means to promote socio-environmental justice for LGBTQIA+ people

Celebrating World Environment Day and LGBTQIA+ Pride Month, a reflection on how community philanthropy for socio-environmental justice supports LGBTQIA+ people facing climate change.
 
By Yasmin Morais and Mica Peres
 
An estimated 12% of all Brazilians, or about 19 million people, identify themselves as LGBTQIA+, however, contrary to what we might assume when presented with the demographic data of a population, this is not official data produced by a Brazilian government agency such as the IBGE (in English, Brazilian Institute of Geography and Statistics). This estimate is the result of a study developed by Unesp and USP, published in Nature Scientific Reports, since the IBGE only began collecting data on sexual orientation in Brazil in 2019, and even so, in a highly experimental manner, excluding any aspect of gender identity or sexualities beyond homosexuality and bisexuality.
 
So, how can we know how many we are, where we are, our level of education? How can we know what affects us, what we need, what rights to claim?

Por que falar sobre Proteção e Segurança no campo da filantropia comunitária e de justiça social

Por Jonathas Azevedo

Em 2023, a Rede Comuá realizou um balanço e sistematização sobre seu Programa de Proteção e Segurança [1], que trouxe um conjunto de aprendizados para a equipe técnica e seus membros. Neste artigo, meu objetivo é compartilhar um pouco com você, pessoa leitora, algumas das reflexões que esse processo nos provocou. Mas antes, vale uma breve apresentação do Programa.

Sobre o Programa de Proteção e Segurança

Idealizado em 2019, o Programa de Proteção e Segurança da Rede Comuá surgiu a partir do interesse de organizações membro em pensarem, conjuntamente, estratégias para resistir a um contexto marcado pelo recrudescimento de ataques contra a sociedade civil e de restrição do espaço cívico promovidos pelo governo de extrema direita então eleito e abertamente contra a sociedade civil.