Qual a relação entre clima e direitos? E como a filantropia de justiça socioambiental atua nesta equação?
A mudança climática deixou os relatórios e está cada vez mais presente em nossas vidas. Os efeitos adversos do clima são sentidos em todo o mundo: secas extremas, chuvas torrenciais, enchentes, temperaturas muito acima das médias.
Entretanto, algumas regiões, territórios e grupos sofrem mais intensamente com os efeitos extremos do clima.
Enquanto o planeta aquece, são as comunidades mais vulneráveis que sofrem os impactos mais intensos. Para populações indígenas, quilombolas, agricultores familiares, comunidades tradicionais, pessoas negras, LGBTQIAPN+, mulheres e outros grupos politicamente minorizados, as mudanças climáticas se somam a profundas desigualdades sociais, econômicas e ambientais, criando uma camada extra de vulnerabilidade.
Garantir que cheguem recursos para apoiar esses grupos e suas soluções para enfrentar a mudança climática nos territórios é fundamental para a garantia de direitos e para a justiça climática
O Mês da Filantropia que Transforma em 2025 buscará iluminar as conexões entre clima e direitos a partir das práticas da filantropia comunitária e de justiça socioambiental. É um convite aos diversos atores e atrizes da filantropia e da sociedade civil a estarem conosco e compartilharem reflexões, experiências e práticas que contribuam para o apoio a soluções promovidas por grupos e comunidade em seus territórios, fomentando o acesso a direitos.
Organizações da Rede Comuá e parceiras promoverão atividades ao longo do mês e veicularão informações sobre a relação entre clima e direitos, iluminando soluções locais, mecanismos de apoio da filantropia de justiça socioambiental a essas soluções, reflexões e práticas.
A programação e a página do Mês da Filantropia que Transforma 2025 serão divulgados em breve. Acompanhe as redes da Comuá e fique por dentro!
