Participe da Roda de conversa com pessoas pesquisadoras do Programa Saberes

No dia 19 de setembro, às 10h, a Rede Comuá realiza a roda de conversa online “Como os saberes das comunidades desafiam e transformam o campo filantrópico”. O encontro reunirá as pessoas pesquisadoras da turma 2024 do Programa Saberes que, através das suas pesquisas, visibilizam os saberes das comunidades e a importância deles para desafiar as estruturas de poder e as práticas da filantropia tradicional.
Rede Comuá lança publicação sobre a atuação das organizações membro na agenda climática

A iniciativa Comuá pelo Clima lançou, no último dia 12, o mapeamento “Comuá pelo Clima: financiamento de soluções climáticas locais e cenários da filantropia”, com participação de representantes das organizações que compõem a rede. O estudo inédito aponta que, entre 2022 e 2023, foram doados quase R$400 milhões para soluções climáticas locais.
Graciela Hopstein Interview: Today the Network is much better positioned to face challenges

Graciela Hopstein, executive director of Comuá, is preparing to leave the Network in September after seven years in office. There were many accomplishments and advancements from 2017 to 2024. Throughout this period, the Network consolidated itself as a strategic political actor in the Brazilian and international philanthropic ecosystems, but there have also been numerous challenges.
“NADA SOBRE NÓS, SEM NÓS!”: reflexões sobre justiça climática para pessoas trans e travestis

Você está familiarizado(a) com o fenômeno das mudanças climáticas? Caso contrário, é possível que tenha vivenciado seus efeitos nos últimos anos, especialmente no final de 2023, marcado por ondas de calor e chuvas torrenciais em diversas regiões do país. Mais recentemente, em 2024, uma tragédia ambiental atingiu o Rio Grande do Sul, resultando em danos materiais significativos e perdas humanas.
Sistematização do Fundo Regenerativo de Brumadinho: Um Legado para a Filantropia Comunitária e de Justiça Socioambiental no Brasil

A tragédia-crime que ocasionou o rompimento da barragem de rejeitos de minério no Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, foi um dos desastres mais devastadores da história recente do Brasil. Além das trágicas perdas humanas — as 272 joias, como a comunidade costuma chamar as vítimas —, o crime atribuído à mineradora Vale causou danos ambientais e sociais imensuráveis no território. Diante do mar de lama que foi a tragédia do dia 25 de janeiro de 2019, uma resposta era evidente. Surge a partir do desastre uma aliança entre diversas organizações, que rapidamente se mobilizou para criar o Fundo Regenerativo de Brumadinho. Este fundo tem o objetivo de ajudar na recuperação e reconstrução da região afetada apoiando os projetos socioambientais do território de Brumadinho.
Entrevista: Jonathas Azevedo

Jonathas Azevedo, assessor de programas da Comuá, se prepara para assumir a diretoria executiva da Rede em outubro deste ano. Em fase final de um processo cuidadoso de transição com Graciela Hopstein – que se despede da direção da Comuá em setembro – Jonathas reconhece o crescimento conquistado nos últimos anos, fruto do trabalho de sua antecessora, e destaca a importância de celebrar as conquistas, mas segue alerta aos desafios do caminho pela frente, que incluem o crescimento da extrema direita e os ataques à sociedade civil e à democracia, como também cortes expressivos de financiamento às agendas de justiça social e de direitos humanos.
Q&A com Jonathas Azevedo: financiadores como parceiros para transformação

Como é trabalhar como uma rede de financiadores tentando criar mudanças? Qual a posição dos financiadores em um ecossistema mais amplo de movimentos e grupos da sociedade civil que trabalham em prol de uma reforma fundamental?
A base precisa ser prioridade: Alguns dados sobre a dificuldade dos movimentos sociais e de base comunitária na busca, informação e acesso à recursos

Os movimentos sociais e de base comunitária são pilares essenciais na luta pela justiça social. Atuando tanto em áreas urbanas quanto rurais, desempenham um papel crucial na defesa da democracia, dos recursos naturais, na promoção de direitos e na construção de espaços de debate e fomento à participação social, sobretudo das populações excluídas e marginalizadas. No entanto, apesar da relevância desse trabalho para o desenvolvimento dos territórios, enfrentam desafios significativos no acesso a recursos financeiros, tanto de fontes filantrópicas quanto públicas.
Mês da Filantropia que Transforma 2024 destaca a relação entre mudança climática e filantropia comunitária e de justiça ambiental

Pelo segundo ano consecutivo, a Comuá promove um mês inteiro dedicado a travar debates e refletir sobre as agendas da filantropia comunitária e de justiça socioambiental. O Mês da Filantropia que Transforma acontece durante o mês de setembro, reunindo organizações membro da Rede Comuá, parceiros, financiadores e organizações da sociedade civil.
Sentipensar para Medir o que Importa: Resgatando sentido em sistemas de Monitoramento e Avaliação

Entre os dias 2 e 8 de julho, estive em Bali, na Indonésia, para participar do encontro da Comunidade de Práticas Medir o que Importa, como parte do Movimento #ShiftThePower (#PoderParaAsComunidades).