A partir de um estudo de casos múltiplos, com instituições selecionadas por critérios estabelecidos, observou-se que as OSCs, no contexto da pandemia, foram capazes de construir agendas, narrativas, linguagens e formas de produção e organização baseadas na autogestão, experiências fundamentadas numa dinâmica social onde o trabalho e a política tendem a coincidir, formando parte de um processo que envolve, ao mesmo tempo, a organização da luta e da produção.