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Categoria:Filantropia comunitária

Instituto Baixada
Comuá

Construindo espaços horizontais para se compartilhar saberes

Por Diane Pereira Sousa

O título deste texto é a primeira definição da Rede Comuá sob o meu olhar. Os caminhos para escolher se definir como rede são muitos, mas eu ficarei com aquele que conecta e amplia. Esse texto que segue em linha horizontal pretende conversar com você sobre como se constrói saberes a partir de uma filantropia comunitária decolonial. Não estamos desenhando receitas, na verdade o que pretendemos é construir espaços com possibilidades.

São muitas as formas de se fazer filantropia, são poucas as pessoas que reconhecem isso. Eis aqui nossa primeira fronteira. Quando me refiro a pessoas, estou reconhecendo a existência de um sistema, modo, qualificação objetiva sobre o que significa filantropia para quem a reconhece e não exatamente para quem a faz.

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Comuá

Building horizontal spaces to share knowledge

The title of this text is the first definition of the Comuá Network in my view. There are many ways to choose whether to define yourself as a network, but I will stick with the one that connects and extends. This text, that follows a horizontal line, intends to talk to you about how knowledge is constructed from a decolonial community philanthropy. We are not designing recipes, in fact what we aim is to build spaces with possibilities.

There are many ways to do philanthropy, and few people recognise this. Here is our first frontier. When I refer to people, I am acknowledging the existence of a system, an approach, an objective qualification about what philanthropy means for those who recognise it and not exactly for those who do it.

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Filantropia comunitária
Comuá

Encontro na Baixada Maranhense discute Filantropia Comunitária diretamente no território

Evento de três dias reuniu apoiadores, financiadores, voluntários e profissionais da Fundação Baixada para vivenciar e debater a filantropia comunitária junto aos baixadeiros.

Por Camila Guedes

Baixadeiro é o título daqueles que nasceram na Baixada Maranhense, possuem os saberes do território e se articulam para seu desenvolvimento. Nada poderia ser mais potente do que conhecer e entender a comunidade a partir do olhar das pessoas que ali vivem e compartilham suas experiências.

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FunBEA
Comuá

Filantropia colaborativa em busca da sustentabilidade de territórios: reflexões e aprendizados

Por Bianca L Avancini, Larissa Boing, Roberto Vilela, Semíramis Biasoli, Simone Amorim, Willian Narzetti

Dentre as diversas práticas de filantropia existentes no cenário brasileiro, as arquiteturas colaborativas têm se fortalecido como caminho para o desenvolvimento de territórios, a partir de uma perspectiva que assume como horizonte a construção de justiça socioambiental. Forjado a partir da práxis de diversos atores sociais, especialmente organizações e coletivos que compõem a sociedade civil organizada, trata-se de um campo em construção. Por isso mesmo, mostra-se importante aprofundar as reflexões sobre esse modo de praticar e pensar a filantropia, tendo como eixo estruturante a dimensão do território.

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Filantropia comunitária
Comuá

Como a filantropia acontece no chão da comunidade com uma perspectiva de mulheres

Por Diane Pereira Sousa

As mãos do desenvolvimento local são femininas. Começo esse texto com essa afirmação, utilizo como base de fundamentação o Centro de Produção da comunidade de Itamatatiua.

Os convido para uma reflexão sobre como se constrói desenvolvimento em comunidade. Retiraremos nosso olhar sobre a forma como nos relacionamos nos grandes centros, dos carros rápidos, do sinal que abre e fecha, dos brainstorms, da busca por melhorar o futuro, e colocaremos em um lugar diferente, em que nossos corpos, horas, estruturas não costumam estar com frequência. E por estar me refiro a ação concreta de vivenciar. Vamos diretamente para Itamatatiua.

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#ShiftThePower
Comuá

O dinheiro compra mesmo tudo? Conceituação de recursos no novo sistema

Por Tara Rao

Este artigo é parte de uma série de artigos sobre a questão de conceituação de recursos na sociedade civil e por que ela precisa ser repensada – especificamente em termos de uma maior valorização dos bens “intangíveis” da sociedade civil. Veja algumas outras publicações relacionadas: Rethinking civil society resourcing e Moving from the old to the new: Why it’s time to rethink civil society resourcing.

Quando pensamos em capital ou recursos (vou usar esses termos de forma intercambiável), pensamos automaticamente em dinheiro, finanças, disponibilidade de caixa, recursos monetários. Sim, sem dúvida esse é um tipo de recurso. Mas será ele o único tipo de recurso capaz de viabilizar as coisas – levar água potável a uma comunidade, montar uma rede de postos de saúde, instalar um sistema de gestão de resíduos em um bairro urbano?

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Comuá

Can money buy everything? Resourcing in the new system

This piece is part of a series of articles exploring the topic of civil society resourcing, and why this needs to be rethought – particularly in terms of placing more value on civil society’s “intangible” assets. See other posts: Rethinking civil society resourcing and Moving from the old to the new: Why it’s time to rethink civil society resourcing.

When we think capital or resources (I will use those terms inter-changeably) we often tend to automatically think money, finances, cash, funds. Yes, of course it is one kind of resource. But is it the only kind that makes things happen – to bring drinking water to a community, establish a network of health care posts, put together an urban neighbourhood’s waste management system?

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Comuá

Trust at the core of philanthropy: Mackenzie Scott’s donation acknowledges the work done by the funds of the Brazilian Philanthropy Network for Social Justice

Mackenzie Scott’s donation acknowledges the work done by the funds of the Brazilian Philanthropy Network for Social Justice
 
Por Mônica C. Ribeiro
 
In this third article[1] written in honor of the 10th anniversary of the Brazilian Philanthropy Network for Social Justice (RFJS), we will discuss the US$ 3.86 billion donation made by the U.S. philanthropist Mackenzie Scott to 465 civil society organizations in several countries worldwide. Among those entities, 15 Brazilian organizations were selected, five of which are members of the Brazilian Network –Brazil Human Rights Fund, Baobá Fund, Casa Socio-Environmental Fund, Elas Social Investment Fund and Redes da Maré.

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Rede Comuá
Comuá

Confiança no centro da filantropia: doação de Mackenzie Scott reconhece trabalho dos fundos da RFJS

Por Mônica C. Ribeiro

Nesta terceira matéria sobre os 10 anos da Rede de Filantropia para a Justiça Social (RFJS), vamos abordar a doação feita pela filantropa norte-americana Mackenzie Scott, no valor de U$ 3,86 bilhões para 465 organizações sociais em diversos países do mundo. Destas, 15 organizações brasileiras foram selecionadas para receber doações, e dentre elas cinco são integrantes da RFJS – Fundo Brasil, Fundo Baobá, Fundo Casa Socioambiental, Fundo Elas+ e Redes da Maré.

Ao divulgar a doação e as organizações selecionadas, Mackenzie Scott descreveu em seu blog: “Quando nossa equipe de doadores se concentra em qualquer sistema em que as pessoas estão lutando, não assumimos que nós, ou qualquer outro grupo, possamos saber como corrigi-lo. Não defendemos políticas ou reformas específicas. Em vez disso, buscamos um portfólio de organizações que apoie a capacidade de todas as pessoas participarem das soluções. Isso significa um foco nas necessidades daqueles cujas vozes foram sub-representadas.”

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Instituto Baixada
Comuá

Porteiras: empatia e filantropia comunitária na Baixada Maranhense

Por Diane Pereira Sousa*

O relógio é o céu. Às cinco da manhã Betinha inicia sua jornada. Um café no bule espraia o primeiro perfume do dia. Corpos ainda dormem naquele pequeno tijupá. No quintal, os galos começam a cantar: é um novo relógio aparecendo, o tempo neste pedaço de terra não é imperativo, ele fala baixo, é tranquilo e sucinto, como o caminhar do baixadeiro. Betinha é o próprio tempo. Ela nunca está só no caminho até a roça, companheiras de jornada se juntam à caminhada. Há cantos e causos variados, trocas de saberes, existe uma rede invisível cooperando; já existe nome para o que elas fazem, mas naquele pedaço de terra toda classificação não se sustenta, sempre faltará alguma palavra. Da ciência pouco, da sapiência tudo.

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Jész Ipólito
28 de abril de 2026

Territórios, clima e modos de vida: repensando a justiça climática a partir dos saberes tradicionais

O que muda quando a justiça climática é pensada a partir dos territórios? Este texto convida a olhar para os saberes, modos de vida e práticas de povos indígenas e comunidades tradicionais como caminhos fundamentais para imaginar respostas climáticas mais justas, coletivas e enraizadas na vida.

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Jész Ipólito
27 de março de 2026

Rede Comuá realiza assembleia em Serra Grande (BA), com encaminhamentos sobre identidade institucional, planejamento e cuidado coletivo

Encontro marcou a primeira edição da assembleia da rede no Nordeste, com acolhida da Tabôa, debates estratégicos e experiências de cuidado em diálogo com o território

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Jész Ipólito
27 de março de 2026

Fundo Brasil completa 20 anos apoiando a sociedade brasileira na luta por direitos

O Fundo Brasil de Direitos Humanos celebra o marco histórico de R$ 130 milhões doados a mais de 2.300 iniciativas

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Jész Ipólito
18 de março de 2026

Visibilidade em Disputa: Sociedade Civil na Era Algorítmica

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Jész Ipólito
5 de fevereiro de 2026

E OS QUILOMBOS, “CUMÊ QUE FICA’? A URGÊNCIA DE UMA FILANTROPIA QUE RECONHEÇA ANTES DE TUDO AS PRÁTICAS ANCESTRAIS

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Jész Ipólito
5 de fevereiro de 2026

Fundo Casa Socioambiental recebe doação de Mackenzie Scott pela segunda vez 

Em entrevista à Rede Comuá, a diretora-executiva do Fundo Casa Socioambiental destacou a importância dessa doação em um contexto onde a organização completou 20 anos

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