Investing in people who change realities

Author Diane Pereira Sousa
“Baixada Maranhense” is a region to the north of the State of Maranhão. It is an important territory for the State’s development structures.
Anyone who is born or who lives in this region is called a “Baixadeiro”. This form of identification started in 2003, with the movement known as “CIP Young Citizen”, an integrated series of development projects promoted by “Formacao – Centro de Apoio à Educação Básica” in 10 cities (Arari, Cajari, Penalva, Matinha, Olinda Nova, São João Batista, São Vicente Ferrer, São Bento, Palmeirândia, Peri Mirim).
Investindo em pessoas que transformam realidades

Por Diane Pereira Sousa
A Baixada Maranhense é uma região que fica ao norte do Maranhão. Um território importante para as estruturas de desenvolvimento do estado. Quem nasce ou vive nessa região é chamado de Baixadeiro. Esse reconhecimento identitário começou em 2003, com um movimento chamado CIP Jovem Cidadão, um conjunto integrado de projetos desenvolvimento pelo Formacao – Centro de Apoio à Educação Básica em 10 cidades (Arari, Cajari,Penalva, Matinha, Olinda Nova, São João Batista, São Vicente Ferrer, São Bento, Palmeirândia, Peri Mirim).
Desafios e oportunidades da comunicação por direitos

Por Renata Saavedra
Dentre os grandes desafios que o campo da filantropia e das organizações da sociedade civil (OSCs) enfrenta, comunicar causas e o trabalho desenvolvido pelo terceiro setor é certamente um dos maiores.
Na pesquisa ONGs e OSCs, quase 70% dos pesquisados não soube citar uma única organização social em seu bairro ou cidade. 50% dos internautas brasileiros declaram saber pouco sobre o assunto e 18% nunca ouviram falar sobre. No mesmo sentido, a pesquisa Doação Brasil indica que uma “melhor comunicação das ONGs pode ser determinante”, já que 43% das pessoas entrevistadas doariam se soubessem com certeza como o dinheiro é gasto e 32% se soubessem mais sobre as ONGs e suas atividades.
10 anos da RFJS: filantropia de justiça social, garantia de direitos e democracia

Por Mônica C Ribeiro
A sociedade civil brasileira tem desempenhado papel fundamental no sentido de colocar, na agenda pública, a garantia de acesso a direitos. Desde a redemocratização do país, a partir do fim da ditadura militar, a sociedade civil organizada garantiu uma série de direitos em articulação junto à Assembleia Constituinte que gerou a Constituição Federal de 1988.
Desde então, alguns setores da sociedade civil se mantêm articulados pela manutenção e ampliação desses direitos, o que é fundamental para garantir a democracia no país. No atual momento político do Brasil, seu papel tem sido, mais do que nunca, de resistência, no sentido de buscar garantir os direitos duramente conquistados nas décadas anteriores. E seu fortalecimento mostra-se, assim, essencial para isso.
Chegando na ponta: Rede promove mapeamento de fundos independentes que atuam no campo da filantropia comunitária e de justiça social

Rede promove mapeamento de fundos independentes que atuam no campo da filantropia comunitária e de justiça social
Por Camila Guedes
Alcançar e conhecer organizações e iniciativas – formais e informais – que atuam na doação de recursos financeiros para a sociedade civil – comunidades locais, organizações, coletivos e lideranças – que atuam no campo da defesa e reconhecimento de direitos, num sentido amplo, e no desenvolvimento de territórios é fundamental para a promoção do fortalecimento da filantropia comunitária e de justiça social.
Rede lança publicação sobre avaliação do ambiente legal para atores da sociedade civil

Conhecer o ambiente legal para a atuação das organizações da sociedade civil é fundamental para desenvolver estratégias e instrumentos capazes de viabilizar e estimular a cultura de doação no Brasil, em especial para a Rede de Filantropia para a Justiça Social e as organizações membro, que atuam na promoção do grantmaking junto ao ecossistema filantrópico nacional e internacional.
O tratamento tributário, os incentivos fiscais, o acesso ao sistema bancário e outros pontos são centrais para fomentar doações às organizações da sociedade civil. Além disso, nos últimos anos a crescente restrição da participação das OSCs no espaço cívico e também a criminalização do setor por parte de grupos conservadores têm impactado de forma visível as relações de confiança e o fluxo das doações, sem falar nos riscos à atuação e ao ativismo no campo do acesso à direitos e, em particular, dos direitos humanos.
10 anos da RFJS: contextos, atuação e futuros possíveis

Por Mônica C. Ribeiro
Em 2022, a Rede de Filantropia para Justiça Social (RFJS) completa dez anos. Aproveitando a data simbólica, damos início a uma série de matérias concebidas a partir de entrevistas com organizações integrantes da Rede, em especial aquelas presentes no momento de criação, abordando contextos, atuação, importância e futuros possíveis.
Neste primeiro texto da série, conversamos com Ana Valéria Araújo, superintendente do Fundo Brasil de Direitos Humanos, e Maria Amália Souza, responsável pela área de desenvolvimento estratégico do Fundo Casa. Duas das instituições que estiveram presentes na concepção e implementação da Rede.
Mulheres em Rede – Fazendo a diferença no cenário da filantropia comunitária e de justiça social

Neste 08 de março, convidamos mulheres que fazem parte das organizações que constituem a Rede para compartilharem suas experiências no campo
Por Camila Guedes
O Dia Internacional das Mulheres é sempre uma data de grande reflexão. As mulheres são predominantes entre as organizações membro que constituem a Rede, mas esse cenário não para por aí
A publicação Perfil das Organizações da Sociedade Civil no Brasil, lançada em 2018 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), constatou que 65% da força de trabalho nas Organizações da Sociedade Civil (OSC) no país é constituída por mulheres, se estendendo também ao trabalho voluntário, onde dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) de 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o público feminino também é maioria.
OL-ECB TIG Week: Must We Call It ‘Evaluation’? – How ‘M&E’ Language Can be a Barrier to Institutionalising Learning by Barbara Klugman

Hello, I am Barbara Klugman (PhD), based in South Africa, once an anti-apartheid and women’s rights activist, now providing freelance strategy and evaluation supports for social justice funders, networks and NGOs.
I work with groups engaged in organising and advocating for social or environmental justice. In this process, I have come to realise that sometimes just the term ‘evaluation’ is enough to undermine the possibility of them initiating or further institutionalizing their information gathering, reflection, learning and adaptation processes. Their experience of ‘M&E’ is the requirement created by their funders that they name, in advance, what they will do and what they will influence. This might work alright for a group running an already-established service, but it is entirely guesswork and inappropriate for groups whose effectiveness requires them to shift both protest and advocacy strategies as the broader public and political discourse shifts, and as windows of opportunity for influence open and then close. Whatever they plan, they may need to shift.
Como a linguagem de “M&A” pode ser uma barreira para a institucionalização do aprendizado

Por Barbara Klugman
Olá, sou Barbara Klugman, doutora e moradora da África do Sul. Fui ativista contra o apartheid e pelos direitos das mulheres, e hoje atuo como freelancer na prestação de serviços de apoio em estratégia e avaliação para financiadores, redes e ONGs de justiça social.