
Filantropia que Transforma: Mapeamento de organizações independentes doadoras para sociedade civil nas áreas de justiça socioambiental e desenvolvimento comunitário no Brasil
Realizado pela Rede Comuá em parceria com a ponteAponte, o mapeamento de fundos temáticos, comunitários e fundações comunitárias independentes que trabalham com doações para organizações da sociedade civil nas áreas de justiça social e desenvolvimento comunitário identificou 31 organizações, com atuação em diversas regiões do país. Ao contribuírem para pautas de igualdade racial, populações indígenas e tradicionais, meio ambiente, gênero, sexualidade, entre outras, e que tem como foco as populações que têm seus direitos negados historicamente, essas organizações da filantropia independente exercem um papel chave no fortalecimento da sociedade civil e, consequentemente, da democracia brasileira. Desse modo, o Mapeamento, o primeiro do seu tipo no país, traz à luz esses modos de fazer filantropia comunitária e de justiça socioambiental e sua expressiva contribuição para a luta por acesso a direitos.
No evento, mediado por Graciela Hopstein, Diretora Executiva da Rede Comuá, além de compartilhar achados do mapeamento, atores do campo filantrópico serão convidades a compartilharem suas reflexões e análises sobre a publicação.
Inscrições: https://form.jotform.com/232195084540353
Haverá interpretação simultânea PT <> EN
Mais informações: https://wordpress-wyy8bhlsif5v8gukfr0yhxue.studio.tikovolpe.com.br/

Filantropia que Transforma: Mapeamento de organizações independentes doadoras para sociedade civil nas áreas de justiça socioambiental e desenvolvimento comunitário no Brasil
Realizado pela Rede Comuá em parceria com a ponteAponte, o mapeamento de fundos temáticos, comunitários e fundações comunitárias independentes que trabalham com doações para organizações da sociedade civil nas áreas de justiça social e desenvolvimento comunitário identificou 31 organizações, com atuação em diversas regiões do país. Ao contribuírem para pautas de igualdade racial, populações indígenas e tradicionais, meio ambiente, gênero, sexualidade, entre outras, e que tem como foco as populações que têm seus direitos negados historicamente, essas organizações da filantropia independente exercem um papel chave no fortalecimento da sociedade civil e, consequentemente, da democracia brasileira. Desse modo, o Mapeamento, o primeiro do seu tipo no país, traz à luz esses modos de fazer filantropia comunitária e de justiça socioambiental e sua expressiva contribuição para a luta por acesso a direitos.
No evento, mediado por Graciela Hopstein, Diretora Executiva da Rede Comuá, além de compartilhar achados do mapeamento, atores do campo filantrópico serão convidades a compartilharem suas reflexões e análises sobre a publicação.
Inscrições: https://form.jotform.com/232195084540353
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