

Quando pensamos na agenda do clima no Brasil, a agricultura familiar ocupa uma posição crucial. Mesmo estando entre os que menos contribuem para as mudanças climáticas, agricultoras/es familiares estão entre as populações mais impactadas pelos seus efeitos, uma vez que dependem diretamente do clima para manter seus modos de vida e sua subsistência.

No mês da filantropia que transforma, a Rede Comuá lançou na última quinta (12/09) um estudo que tem o propósito de apresentar uma análise abrangente da atuação climática dos fundos comunitários do Brasil no apoio à iniciativas que contribuem para a implementação de Soluções Climáticas Locais (SCLs). Parte importante desta publicação é trazer luz a algo que está no DNA e missão da Iniciativa PIPA: as soluções para os mais complexos problemas sociais e ambientais também repousam sobre as mãos de nossas comunidades e organizações.

A iniciativa Comuá pelo Clima lançou, no último dia 12, o mapeamento “Comuá pelo Clima: financiamento de soluções climáticas locais e cenários da filantropia”, com participação de representantes das organizações que compõem a rede. O estudo inédito aponta que, entre 2022 e 2023, foram doados quase R$400 milhões para soluções climáticas locais.

Você está familiarizado(a) com o fenômeno das mudanças climáticas? Caso contrário, é possível que tenha vivenciado seus efeitos nos últimos anos, especialmente no final de 2023, marcado por ondas de calor e chuvas torrenciais em diversas regiões do país. Mais recentemente, em 2024, uma tragédia ambiental atingiu o Rio Grande do Sul, resultando em danos materiais significativos e perdas humanas.

Quando pensamos na agenda do clima no Brasil, a agricultura familiar ocupa uma posição crucial. Mesmo estando entre os que menos contribuem para as mudanças climáticas, agricultoras/es familiares estão entre as populações mais impactadas pelos seus efeitos, uma vez que dependem diretamente do clima para manter seus modos de vida e sua subsistência.

No mês da filantropia que transforma, a Rede Comuá lançou na última quinta (12/09) um estudo que tem o propósito de apresentar uma análise abrangente da atuação climática dos fundos comunitários do Brasil no apoio à iniciativas que contribuem para a implementação de Soluções Climáticas Locais (SCLs). Parte importante desta publicação é trazer luz a algo que está no DNA e missão da Iniciativa PIPA: as soluções para os mais complexos problemas sociais e ambientais também repousam sobre as mãos de nossas comunidades e organizações.

A iniciativa Comuá pelo Clima lançou, no último dia 12, o mapeamento “Comuá pelo Clima: financiamento de soluções climáticas locais e cenários da filantropia”, com participação de representantes das organizações que compõem a rede. O estudo inédito aponta que, entre 2022 e 2023, foram doados quase R$400 milhões para soluções climáticas locais.

Um movimento dedicado a debater, visibilizar e fomentar as práticas da Filantropia Comunitária e de Justiça Socioambiental e demonstrar sua contribuição para a transformação social, acesso a direitos e fortalecimento da sociedade civil e da democracia.
A partir do Seminário de 10 anos da Rede Comuá, realizado em setembro de 2022. O Mês da Filantropia integrará, de modo permanente, o calendário da filantropia brasileira.
Reconhecer a filantropia comunitária e de justiça social como uma força capaz de contribuir para o fortalecimento da ação cidadã da luta por direitos.


A programação está sendo construída de forma colaborativa pelos membros da Rede Comuá, parceiros e financiadores, etc.
As atividades serão desenvolvidas abordando diversos temas, em múltiplos formatos e territórios.
Siga os canais da Comuá e acompanhe as atividades que integrarão o mês. Você também pode ajudar na divulgação da programação em suas redes, compartilhando conteúdos e as notícias.

