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Vem aí o Mês da Filantropia que Transforma 2024!

Vem aí o Mês da Filantropia que Transforma 2024!

Em setembro de 2024, a Rede Comuá junto às organizações membro realizarão mais uma edição do Mês da Filantropia que Transforma, envolvendo parceiros estratégicos e financiadores. Este é o segundo ano em que a Comuá promove um mês inteiro dedicado a travar debates e refletir sobre práticas de filantropia comunitária e de justiça socioambiental.

Pesquisa no Contexto dos Movimentos Sociais e de Base Comunitária Como Ferramenta de Justiça Social

A justiça social, com suas muitas nuances, não é apenas um termo, mas um horizonte guia para o trabalho incansável dos movimentos sociais e associações de base comunitária. Essas organizações, movimentos e coletivos atuam na luta diária por direitos, em grande parte das vezes os básicos como moradia, segurança alimentar, terra e território; obviamente essas lutas são sempre atravessadas pelos marcadores que empurram as pessoas que compõem essas organizações a lutar. Apesar de ser linha de frente da defesa, proteção e/ou desenvolvimento dos seus territórios, ora são excluídos, ora são afastados de uma série de debates que tem como centro o poder, e um deles é a filantropia no Brasil.

Medindo o bem-estar das comunidades: para além dos números e das agendas de doadores

Medindo o bem-estar das comunidades: para além dos números e das agendas de doadores

Em dezembro de 2023, na Cúpula Global #ShiftThePower em Bogotá, participei de uma
sessão sobre “A mensuração é política”. Após a sessão, comecei a pensar em como a
mensuração de impacto foi politizada. Durante toda a minha vida profissional, sempre tive
problemas com sistemas de monitoramento, avaliação, accountability e aprendizado
(MEAL, na sigla em inglês), como eles medem e como medimos as pessoas em números.
Usar números para se encaixar em agendas de doadores, expectativas, quadros de registros e
todos os tipos de outras mensurações insensíveis.

The lack of direct and flexible funding for human rights in the Global South and East: reflections on the Brazilian scenario

A escassez de financiamento direto e flexível para direitos humanos no Sul e Leste globais: reflexões sobre o cenário brasileiro

One of the major gaps and challenges to the strengthening of civil society organizations engaging in the fields of socio-environmental justice and human rights in Brazil has to do with funding, as there are only a few international and local philanthropic institutions supporting this field with a focus on the institutional development of grassroots organizations, social movements and community leaders.

Medir o que Importa é político!

Medir o que Importa é político!

“Há uma incompatibilidade na medição entre o que as pessoas que trabalham no nível local consideram importante e o que os financiadores querem ouvir. Muitas vezes, esse desafio é refletido em termos de modelos lógicos lineares, que exigem uma simplificação excessiva e muitas vezes limitam uma abordagem mais holística ou colaborativa” (Dana Doan e Barry Knight, 2020). 

A escassez de financiamento direto e flexível para direitos humanos no Sul e Leste globais: reflexões sobre o cenário brasileiro 

A escassez de financiamento direto e flexível para direitos humanos no Sul e Leste globais: reflexões sobre o cenário brasileiro

Um dos grandes gargalos e desafios no fortalecimento das organizações da sociedade civil que atuam nas áreas de justiça socioambiental e de direitos humanos no Brasil diz respeito ao financiamento, já que são poucas as instituições filantrópicas internacionais e locais que apoiam esse campo com  foco no desenvolvimento institucional de organizações de base, movimentos sociais e lideranças.